<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Sobre Liberdade e Independência</title>
	<atom:link href="http://www.rporto.com.br/sobre-liberdade-e-independencia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.rporto.com.br/sobre-liberdade-e-independencia/</link>
	<description>Repensando a liderança corporativa</description>
	<lastBuildDate>Sun, 16 Mar 2014 12:04:27 +0000</lastBuildDate>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=3.9.40</generator>
	<item>
		<title>Por: Sonia Regina</title>
		<link>http://www.rporto.com.br/sobre-liberdade-e-independencia/comment-page-1/#comment-144</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Regina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 12:14:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rporto.com.br/?p=710#comment-144</guid>
		<description><![CDATA[Olá Ricardo,

Li seu artigo e acho uma feliz reflexão. Compartilho dessa visão.

Apenas quando nos damos conta de assumir a responsabilidade pelo que nos acontece, sem atribuir ao meio externo, nossas próprias dores, insatisfações, insucessos etc, é que tomamos as rédeas de nossa vida.

Nos apropriando dessa responsabilidade, e tambem nos acolhendo, sem culpas, auto-julgamento, entendendo e aceitando nossa natureza humana, passamos a agir de forma mais íntegra e integral com nossos próprios valores.

Sendo então mais íntegros e integrais, entendemos que assim, não agradaremos a todos, mas isso deixa de ser o foco principal, pois o autorespeito é mais essencial que o reconhecimento alheio, isso é individuação e inteireza.

E a partir dessa inteireza no SER, nos independemos do outro, vivendo apenas o relacionamento de inter-dependencia (que é muito diferente), inclusive aceitando melhor o outro (percebendo que o outro tambem, assim como nós, é um SER individual e autônomo.

E isso é liberdade plena!!

A sendo livres, sabemos claramente o que é ser feliz!!

Noves fora, a partir do autoconhecimento, encontramos nosso próprio lugar, saimos da vitimização!!

Independencia - Liberdade - Felicidade (Uma tríade da Plenitude)

Parabéns!!!
Forte abraço
Carinhosamente
Sô (Sonia Valéria)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Ricardo,</p>
<p>Li seu artigo e acho uma feliz reflexão. Compartilho dessa visão.</p>
<p>Apenas quando nos damos conta de assumir a responsabilidade pelo que nos acontece, sem atribuir ao meio externo, nossas próprias dores, insatisfações, insucessos etc, é que tomamos as rédeas de nossa vida.</p>
<p>Nos apropriando dessa responsabilidade, e tambem nos acolhendo, sem culpas, auto-julgamento, entendendo e aceitando nossa natureza humana, passamos a agir de forma mais íntegra e integral com nossos próprios valores.</p>
<p>Sendo então mais íntegros e integrais, entendemos que assim, não agradaremos a todos, mas isso deixa de ser o foco principal, pois o autorespeito é mais essencial que o reconhecimento alheio, isso é individuação e inteireza.</p>
<p>E a partir dessa inteireza no SER, nos independemos do outro, vivendo apenas o relacionamento de inter-dependencia (que é muito diferente), inclusive aceitando melhor o outro (percebendo que o outro tambem, assim como nós, é um SER individual e autônomo.</p>
<p>E isso é liberdade plena!!</p>
<p>A sendo livres, sabemos claramente o que é ser feliz!!</p>
<p>Noves fora, a partir do autoconhecimento, encontramos nosso próprio lugar, saimos da vitimização!!</p>
<p>Independencia &#8211; Liberdade &#8211; Felicidade (Uma tríade da Plenitude)</p>
<p>Parabéns!!!<br />
Forte abraço<br />
Carinhosamente<br />
Sô (Sonia Valéria)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Bergamo</title>
		<link>http://www.rporto.com.br/sobre-liberdade-e-independencia/comment-page-1/#comment-136</link>
		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bergamo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 16:42:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rporto.com.br/?p=710#comment-136</guid>
		<description><![CDATA[Caro amigo Ricardo, Ótimo artigo. Você ilumina uma dimensão muito relevante do tema independência do ser humano. Provoca reflexões nos leitores que certamente ao longo da leitura vão se recordando de diversas situações das suas próprias vidas e mais ou menos se encaixando nas suas provocações. Tenho a convicção que os leitores menos defensivos encontrarão para cada situação pelo menos uma experiência própria passada, da qual se lembrarão com mais ou menos prazer, mais ou menos humor.. Aqueles que constantemente buscam evolução terão satisfação de já não mais cederem à algumas solicitações sociais de dependência com alto grau de consciência. Entretando as interdepedencias da vida moderna são tantas que é muito dificil julgar à distância e de uma posição confortável, quem cedeu a que e porque, julgando a independência do outro. Certa vez ouvi algo muito sábio...\&quot;só somos efetivamente capazes de julgar o que está abaixo de nós...\&quot; isso quer dizer que para um gerente é dificil julgar um diretor, para um diretor dificil de julgar um presidente, para um presidente dificil julgar um conselheiro, para um eleitor dificil julgar um politico, para um filho dificil julgar um pai. Conheci um excelente professor doutor cujo tema causa ele abraçou durante a vida foi o de empresas extraordinárias, ele dizia que só as empresas extraordinárias sobreviverão nos próximos tempos, empresas extraordinárias precisam de gente extraordinária. Na nossa cultura brasileira, frases comuns do tipo... \&quot;não é comigo...\&quot; \&quot;eu só sou um empregado...\&quot; \&quot;me mandaram fazer assim...\&quot; \&quot;...aqui isso sempre foi assim\&quot; \&quot;se eu fosse o dono eu ajudaria, mas...\&quot; demonstram quanta falta de noção de liberdade e independencia ainda padece o povo brasileiro. Esse professor brilhante chama-se Cleber Aquino, ele entrevistou os maiores empresários brasileiros durante muito tempo, uma vez por uma feliz coincidência do destino eu estava em férias na mesma pousada que ele, num lugar bem afastado da multidões no Ceará e numa conversa deliciosa sobre a vida dele, ele me contou de uma entrevista que realizou com o falecido comandante Rolim da nossa querida TAM. O Prof. Dr. Cleber me disse que durante a entrevista falava-se sobre as conquistas do Comamdante Rolim e como deveria ser gratificante a posição que ele havia conquistado, ao que o Comandante Rolim respondeu não literalmente, \&quot;sim conqusitei muitas coisas mas a que eu desejaria e não consigo é a de ser um ser humano idependente\&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo Ricardo, Ótimo artigo. Você ilumina uma dimensão muito relevante do tema independência do ser humano. Provoca reflexões nos leitores que certamente ao longo da leitura vão se recordando de diversas situações das suas próprias vidas e mais ou menos se encaixando nas suas provocações. Tenho a convicção que os leitores menos defensivos encontrarão para cada situação pelo menos uma experiência própria passada, da qual se lembrarão com mais ou menos prazer, mais ou menos humor.. Aqueles que constantemente buscam evolução terão satisfação de já não mais cederem à algumas solicitações sociais de dependência com alto grau de consciência. Entretando as interdepedencias da vida moderna são tantas que é muito dificil julgar à distância e de uma posição confortável, quem cedeu a que e porque, julgando a independência do outro. Certa vez ouvi algo muito sábio&#8230;\&quot;só somos efetivamente capazes de julgar o que está abaixo de nós&#8230;\&quot; isso quer dizer que para um gerente é dificil julgar um diretor, para um diretor dificil de julgar um presidente, para um presidente dificil julgar um conselheiro, para um eleitor dificil julgar um politico, para um filho dificil julgar um pai. Conheci um excelente professor doutor cujo tema causa ele abraçou durante a vida foi o de empresas extraordinárias, ele dizia que só as empresas extraordinárias sobreviverão nos próximos tempos, empresas extraordinárias precisam de gente extraordinária. Na nossa cultura brasileira, frases comuns do tipo&#8230; \&quot;não é comigo&#8230;\&quot; \&quot;eu só sou um empregado&#8230;\&quot; \&quot;me mandaram fazer assim&#8230;\&quot; \&quot;&#8230;aqui isso sempre foi assim\&quot; \&quot;se eu fosse o dono eu ajudaria, mas&#8230;\&quot; demonstram quanta falta de noção de liberdade e independencia ainda padece o povo brasileiro. Esse professor brilhante chama-se Cleber Aquino, ele entrevistou os maiores empresários brasileiros durante muito tempo, uma vez por uma feliz coincidência do destino eu estava em férias na mesma pousada que ele, num lugar bem afastado da multidões no Ceará e numa conversa deliciosa sobre a vida dele, ele me contou de uma entrevista que realizou com o falecido comandante Rolim da nossa querida TAM. O Prof. Dr. Cleber me disse que durante a entrevista falava-se sobre as conquistas do Comamdante Rolim e como deveria ser gratificante a posição que ele havia conquistado, ao que o Comandante Rolim respondeu não literalmente, \&quot;sim conqusitei muitas coisas mas a que eu desejaria e não consigo é a de ser um ser humano idependente\&quot;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marco Vannucci</title>
		<link>http://www.rporto.com.br/sobre-liberdade-e-independencia/comment-page-1/#comment-133</link>
		<dc:creator><![CDATA[Marco Vannucci]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 00:54:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rporto.com.br/?p=710#comment-133</guid>
		<description><![CDATA[Caro Ricardo,
gostei do artigo, pois estas duas palavras liberdade e independencia tem um sentido amplo em nossas vidas, mechendo com nossas fragilidades, arrogancias e ego. Mais pertinente ainda e eu concordo plenamente com a colocação do Steve Jobs, apesar de tudo &quot;ter a coragem de seguir seu coração e sua intuição&quot; é o que tenho procurado fazer.
um abraço
Marco]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ricardo,<br />
gostei do artigo, pois estas duas palavras liberdade e independencia tem um sentido amplo em nossas vidas, mechendo com nossas fragilidades, arrogancias e ego. Mais pertinente ainda e eu concordo plenamente com a colocação do Steve Jobs, apesar de tudo &#8220;ter a coragem de seguir seu coração e sua intuição&#8221; é o que tenho procurado fazer.<br />
um abraço<br />
Marco</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
