Profissão e propósito pessoal

Matéria_Ricardo Porto_O Estado de São Paulo

Artigo publicado no O Estado de São Paulo de 24 de Abril, 2011, no Caderno de Empregos. Confira o artigo na íntegra abaixo:

 

O PROPÓSITO PESSOAL

 

A Escolha Profissional e o Propósito Pessoal

De uns tempos para cá, o tema Propósito Pessoal vem sendo cada vez mais discutido e estudado. Em conseqüência, aumentou também a discussão a respeito das Empresas com Propósito, prova disto é a freqüência com que este tema vem sendo tratado nas escolas de administração e pelas publicações especializadas, notadamente, no exterior.

Acredito que para se falar de Empresa com Propósito é preciso, primeiro, esclarecer a questão do Propósito Pessoal, por uma razão muito simples: as empresas, quase sempre, refletem a forma de pensar, agir e sentir das pessoas com mais poder de influir no seu rumo, nomeadamente, os acionistas, o conselho de administração, a diretoria executiva e os funcionários. Claro, que há outros agentes externos com poder de influir nos negócios, mas não necessariamente no Propósito.

Posto isto, vou conceituar Propósito Pessoal, e para facilitar, começo com o quê Propósito não é. Não é Objetivo ou Meta, pois estes são quantificáveis e tem um prazo de validade. Não é também a Visão nem a Missão, pois a primeira refere-se a uma aspiração a ser realizada no futuro, e a Missão, ao contrário da Visão, é concreta e indica uma forma de atuar. O Propósito não significa os Valores, embora todo Propósito tenha, intrinsecamente, o seu Valor, que é sempre ético e preservador da vida. E por fim, o Propósito não é a Intenção, que é a qualidade ou a “energia” que colocamos nas ações e atitudes e que levarão ou não, à realização do Propósito Pessoal.

Bem, agora, muitos devem estar se perguntando: afinal, o que é o Propósito Pessoal?

O Propósito Pessoal é um desígnio, um plano, um mapa único e exclusivo que só à pessoa pertence e diz respeito. É a certeza que dá direção, que fortalece a vontade, que motiva e compromete a ação. É uma verdade emocional que não nasce da mente, mas que sabemos está de acordo com nossas qualidades, competências, potencial e, portanto, faz todo sentido. Ser fiel ao Propósito Pessoal é a única forma de viver uma vida com significado e compensadora. Por exemplo: decidir por determinada ação, por confiar nos benefícios e melhorias que trará para a coletividade, ainda que os resultados ou o reconhecimento pessoal sejam incertos, é decidir com Propósito.

Descobrir nosso Propósito Pessoal pode não ser uma tarefa das mais fáceis, mas, certamente, é possível. Para esclarecer, é bom que se diga que o reconhecimento do Propósito não se dá com  um estalo ou um “insight”, mas através de um permanente processo de aprendizado e auto-conhecimento à partir das nossas experiências de vida, que contêm os desafios superados e os fracassos, alegrias e tristezas, acertos e erros. Se nos mantivermos atentos e alertas descobrimos e refinamos nosso Propósito no dia a dia.

Muitas vezes parece que estamos muito distantes do nosso Propósito Pessoal, enquanto pagamos contas, trabalhamos em algo que não nos motiva, temos relacionamentos superficiais, vivemos situações conflituosas e sentimentos de não preenchimento, vazio e frustração. Mas ainda que seja assim é preciso aceitar o fato de que estas situações podem ser oportunidades de aprendermos mais sobre nós mesmos, pois são parte do processo e, conseqüentemente, têm relação com nosso Propósito Pessoal.

Empresas com Propósito sabem que o lucro é importante e indispensável à sua continuidade, mas não o perseguem a qualquer custo. Levam em consideração, ao decidir, os interesses das partes envolvidas – acionistas, funcionários, clientes, fornecedores, financiadores, governo, comunidade e o meio ambiente. São éticas, seguem seus valores e pensam de forma sistêmica, conscientes das implicações e extensão que suas decisões podem ter.

Escolher trabalhar numa empresa cujo Propósito se harmoniza com o nosso próprio Propósito Pessoal, significa optar por ter uma atividade menos estressante, desgastante, e mais motivadora, recompensadora e com muito mais significado. Por isso é tão importante conhecer mais sobre a empresa, seus valores e cultura, antes de aceitar uma proposta, aparentemente, irrecusável.

(1) Comentário

Convite para participar de Grupo de Estudos

Nós todos, em alguma extensão e sem exceção, queremos ser aceitos, reconhecidos, amados. Esta necessidade é parte da natureza humana. Entretanto, somos imperfeitos, termos coisas em nós das quais não gostamos e que até nos envergonham, e isto também é parte da natureza humana. Na tentativa de compatibilizarmos estes dois aspectos conflitantes, construímos a nossa Auto Imagem Idealizada, que é como queremos que o mundo nos veja e nos aceite. Infelizmente, o que deveria ser uma solução, na prática se tornou uma fonte de frustrações, dores e infelicidade. Este será o tema do processo grupo que vou iniciar e que se insere na metodologia do Pathwork.

O Pathwork® é um caminho para a auto-transformação pessoal e auto-realização espiritual, direcionado às pessoas que buscam um relacionamento mais verdadeiro consigo próprias e com a vida. Inclui uma compreensão profunda das velhas crenças, condicionamentos e concepções errôneas que dirigem nossas vidas à partir do inconsciente. A proposta incentiva a parar de fingir que somos uma imagem idealizada de nós mesmos ou a pessoa que pensamos que deveríamos ser. Trata-se de um modo prático, honesto e racional de passarmos de onde estamos para onde queremos estar. Está fundamentado no estudo e na vivência do conjunto de 258 palestras sistematizados pela austríaca Eva Pierrakos durante mais de 20 anos de trabalho.

A metodologia compreende uma primeira fase que é uma abordagem psicológica que lida com as confusões, defesas alienantes, emoções negativas e sentimentos bloqueados. Já o segundo estágio, visa ativar a Consciência maior que habita cada alma humana. Em resumo, trata-se de um método psicológico para acessar o Deus Interior por meio do autoconhecimento e da auto-responsabilidade. Para o Pathwork®, espiritualidade é autoconhecimento. (mais informações sobre a metodologia do Pathwork® podem ser obtidas nos seguintes sites: www.pathworksp.com.br  e www.pathwork.org )

Assim sendo, quero convidá-los a participar deste pequeno grupo e para que possam avaliar seu interesse, forneço as seguintes informações básicas :

1. Duração: 4 encontros semanais e sucessivos, com duração de 2 horas cada um;

2. Datas: sempre às 4as feiras, dias: 30 de março e 6, 13 e 27  de abril;

3. Local: Rua Helena, 275, 8º. Andar, conj. 81 – Vila Olímpia.

4. Horário: das 20h às 22h.

5. Facilitador: Ricardo Porto (Helper formado na Metodologia do Pathwork® em 2005)

6. Preço Total: R$ 300,00

Aqueles que quiserem participar do grupo, peço que enviem e-mail confirmando seu interesse para – rporto@phoenixconsultoria.com.br – o quanto antes, para que eu possa fazer a reserva da vaga. Com o grupo fechado, encaminharei mais informações e material para o primeiro encontro.

Segue Texto do Conteúdo da Palestra em PDF

SOBRE CULPA E RESPONSABILIDADE

SOBRE CULPA E RESPONSABILIDADE

A culpa é conseqüência da nossa inconsciência. Que inconsciência?

A de não assumirmos a responsabilidade por nossos sentimentos, emoções, palavras, atitudes e até mesmo, pelos nossos pensamentos. Ao não nos responsabilizarmos, nos colocamos no papel da vítima indefesa, imatura e inconseqüente. Nestas ocasiões nos sentimos profundamente injustiçados e, passo seguinte, tratamos de encontrar um culpado pelos nossos infortúnios, frustrações e dor. Os culpados são os de sempre, claro: pais, filhos, cônjuge, irmãos, cunhados, chefes, colegas, amigos, vizinhos, políticos, Governo e, esgotadas as alternativas mais óbvias, o destino, o azar, o acaso e, última instância, DEUS!

Estar no papel da vítima significa que alguém assumiu a posição de algoz, carrasco, agressor, inimigo, etc. Bem, todos concordam que é humano sentir raiva, rancor, ódio mortal e nutrir desejos de vingança e revanche por quem nos tratou de forma tão cruel, traiçoeira, pérfida, injusta e imerecida. Acontece que nestas situações ninguém quer mostrar, abertamente, que tem tais sentimentos e que, portanto, acabam sendo  acobertados, camuflados, dissimulados ou totalmente reprimidos.

Temos uma tendência natural de buscar a harmonia, a integração, a união com outras pessoas, com a natureza, com o Tudo que há. É um anseio intenso que nasce do recôndito mais profundo do nosso Ser. É por esta razão que toda vez que nos desentendemos com alguém, vivemos um conflito, uma disputa, que nos leva a ter emoções negativas por esse alguém, acabamos por nos sentir vazios, oprimidos, com o “coração apertado”, e acreditamos que, de alguma forma, somos culpados.

Relacionamentos baseados na culpa, ou que embutem o sentimento do ter que  “pagar a dívida”, acabam por gerar, na parte que se sente devedora ou culpada, uma vaga necessidade de compensar a outra pessoa por algo que, definitivamente, não se tem consciência. As atitudes são forçadas, falsas, não têm flexibilidade, leveza, tornam-se uma obrigação, há o desejo de poupar a outra parte, agradá-la, retribuir, satisfazê-la por algo que não recebeu, mas que deveria ter recebido. Em contrapartida e curiosamente, quem recebe tanta “atenção” passa a se acreditar, de fato, devedora e merecedora de alguma coisa e se torna exigente, demandadora, e “escraviza” o outro, que aceita a situação como devida e “justa”. Em resumo: um relacionamento com pouca ou nenhuma chance de dar certo.

Os relacionamentos podem ser preservados, mantidos, resgatados, sempre que assumimos a nossa cota de responsabilidade pelo que causou o conflito ou o desentendimento, seja isto o descumprimento de uma obrigação, uma atitude equivocada ou a recusa de um sentimento. Claro que há sempre razões de ambas as partes e muitas vezes, a reclamação é exagerada e até mesmo injusta. Mas isto deve ser explicitado, conversado, esclarecido.

Aceitar e reconhecer que não poderíamos ter feito diferente por falta de conhecimento, por incapacidade física, ou até mesmo porque não percebemos corretamente o que acontecia, não aumenta a culpa, ao contrário, a diminui pela simples e boa razão de assumirmos, com honestidade e responsabilidade, algo no qual falhamos. É esta honestidade que abre as portas para o entendimento, que pode até demorar, mas que em dado momento ocorrerá.

Não somos perfeitos, mas devemos buscar a perfeição. Nosso propósito de vida é ampliar nossa consciência, e isto só pode acontecer na medida em que assumimos a responsabilidade por nossa vida. Quando admitimos honesta e corajosamente, nossa imperfeição, nossas falhas, nossos sentimentos negativos e destrutivos, criamos a possibilidade de transformar tudo que deve ser transformado.

A auto-responsabilidade, ao contrário da culpa, nos liberta do papel da vítima e do algoz, eleva a auto-estima, mas não nos desobriga do dever de melhorar!.

Convite para participar de Grupo de Estudos

Recentemente reli uma das Palestras (PGP 192 – Necessidades Falsas e Reais) que compõe a metodologia do Pathwork®. Ao reler este material, dada sua profundidade, capacidade de revolver questões emocionais e seu poder de autotransformação, ocorreu me formar um pequeno grupo, com até 8 pessoas, com o objetivo de estudar e vivenciar na prática – com exercícios e trocas de experiências – o conteúdo extraordinário desta palestra.
O Pathwork® é um caminho para a auto-transformação pessoal e auto-realização espiritual, direcionado às pessoas que buscam um relacionamento mais verdadeiro consigo próprias e com a vida. Inclui uma compreensão profunda das velhas crenças, condicionamentos e concepções errôneas que dirigem nossas vidas à partir do inconsciente. A proposta incentiva a parar de fingir que somos uma imagem idealizada de nós mesmos ou a pessoa que pensamos que deveríamos ser. Trata-se de um modo prático, honesto e racional de passarmos de onde estamos para onde queremos estar. Está fundamentado no estudo e na vivência do conjunto de 258 palestras sistematizados pela austríaca Eva Pierrakos durante mais de 20 anos de trabalho.
A metodologia compreende uma primeira fase que é uma abordagem psicológica que lida com as confusões, defesas alienantes, emoções negativas e sentimentos bloqueados. Já o segundo estágio, visa ativar a Consciência maior que habita cada alma humana. Em resumo, trata-se de um método psicológico para acessar o Deus Interior por meio do autoconhecimento e da auto-responsabilidade. Para o Pathwork®, espiritualidade é autoconhecimento. (mais informações sobre a metodologia do Pathwork® podem ser obtidas nos seguintes sites: www.pathworksp.com.br  e www.pathwork.org )
Assim sendo, quero convidá-los a participar deste pequeno grupo e para que possam avaliar seu interesse, forneço as seguintes informações básicas :
1. Duração: 4 encontros semanais e sucessivos, com duração de 2 horas cada um;
2. Datas: sempre às 4as feiras, dias: 9, 16, 23 de fevereiro e 2 de março;
3. Local: Rua Helena, 275, 8º. Andar, conj. 81 – Vila Olímpia.
4. Horário: das 20h às 22h.
5. Facilitador: Ricardo Porto (Helper formado na Metodologia do Pathwork® em 2005)
6. Preço Total: R$ 300,00
Aqueles que quiserem participar do grupo, peço que enviem e-mail confirmando seu interesse para – rporto@phoenixconsultoria.com.br – o quanto antes, para que eu possa fazer a reserva da vaga. Com o grupo fechado, encaminharei mais informações e material para o primeiro encontro.

Recentemente reli uma das Palestras (PGP 192 – Necessidades Falsas e Reais) que compõe a metodologia do Pathwork®. Ao reler este material, dada sua profundidade, capacidade de revolver questões emocionais e seu poder de autotransformação, ocorreu me formar um pequeno grupo, com até 8 pessoas, com o objetivo de estudar e vivenciar na prática – com exercícios e trocas de experiências – o conteúdo extraordinário desta palestra.

O Pathwork® é um caminho para a auto-transformação pessoal e auto-realização espiritual, direcionado às pessoas que buscam um relacionamento mais verdadeiro consigo próprias e com a vida. Inclui uma compreensão profunda das velhas crenças, condicionamentos e concepções errôneas que dirigem nossas vidas à partir do inconsciente. A proposta incentiva a parar de fingir que somos uma imagem idealizada de nós mesmos ou a pessoa que pensamos que deveríamos ser. Trata-se de um modo prático, honesto e racional de passarmos de onde estamos para onde queremos estar. Está fundamentado no estudo e na vivência do conjunto de 258 palestras sistematizados pela austríaca Eva Pierrakos durante mais de 20 anos de trabalho.

A metodologia compreende uma primeira fase que é uma abordagem psicológica que lida com as confusões, defesas alienantes, emoções negativas e sentimentos bloqueados. Já o segundo estágio, visa ativar a Consciência maior que habita cada alma humana. Em resumo, trata-se de um método psicológico para acessar o Deus Interior por meio do autoconhecimento e da auto-responsabilidade. Para o Pathwork®, espiritualidade é autoconhecimento. (mais informações sobre a metodologia do Pathwork® podem ser obtidas nos seguintes sites: www.pathworksp.com.br  e www.pathwork.org )

Assim sendo, quero convidá-los a participar deste pequeno grupo e para que possam avaliar seu interesse, forneço as seguintes informações básicas :

1. Duração: 4 encontros semanais e sucessivos, com duração de 2 horas cada um;

2. Datas: sempre às 4as feiras, dias: 9, 16, 23 de fevereiro e 2 de março;

3. Local: Rua Helena, 275, 8º. Andar, conj. 81 – Vila Olímpia.

4. Horário: das 20h às 22h.

5. Facilitador: Ricardo Porto (Helper formado na Metodologia do Pathwork® em 2005)

6. Preço Total: R$ 300,00

Aqueles que quiserem participar do grupo, peço que enviem e-mail confirmando seu interesse para – rporto@phoenixconsultoria.com.br – o quanto antes, para que eu possa fazer a reserva da vaga. Com o grupo fechado, encaminharei mais informações e material para o primeiro encontro.

Segue Texto do Conteúdo da Palestra em PDF


Artigo sobre “Mídias Sociais e Marca Pessoal” no Jornal da Tarde

As redes sociais, os blogs e os
sites são instrumentos poderososparadivulgarmosnossamarca
pessoal pela possibilidade de
atingir um número de pessoas
quase ilimitado. Entretanto, se
isso é bomporumlado, é preciso
ter muito cuidado com tudo
que é divulgado nas redes sociais,
pois não nos é possível ter
qualquer controle sobre onde
umpensamento ou opinião poderá
chegar

As redes sociais, os blogs e os sites são instrumentos poderosos para divulgarmos nossa marca pessoal pela possibilidade de atingir um número de pessoas quase ilimitado.

Entretanto, se isso é bom por um lado, é preciso ter muito cuidado com tudo que é divulgado nas redes sociais, pois não nos é possível ter qualquer controle sobre onde um pensamento ou opinião poderá chegar.

Usar as redes sociais com sabedoria e propriedade,  evitando excessos e vulgaridade, é uma forma excelente de ampliar e manter o networking e, consequentemente, gerar oportunidades profissionais e de negócios.

Para ler a matéria na íntegra clique aqui.